(Composição: Rodrigo Amarante)
Fiz aquele anuncio e ninguem viu
Pus em quase todo lugar
a foto mais bonita que eu fiz,
você olhando pra mim
Alto aqui do sétimo andar
longe, eu via você
e a luz desperdiçada de manhã
num copo de café
Deus sabe o que quis foi te proteger
do perigo maior que é você
E eu sei que parece o que não se diz
o seu caso é o tempo passar
Quem fala é o doutor
Parece que foi ontem, eu fiz
aquele chá de habupra te curar da tosse do chulé,
pra te botar de pé
E foi dificil ter que te levar
àquele lugar.
Como é que hoje se diz?
Você não quis ficar
Os poucos que viram você aqui
me disseram que mal você nao faz
E se eu numa esquina qualquer te vir
será que voce vai fugir?
Se você for, eu vou correr!
Se for eu vou.
Aqui você vai encontrar pensamentos de alguém que não aceita as coisas como são, que não tolera frases como "sempre foi assim, não vai mudar". Não esqueça são apenas pensamentos, e eles nem sempre farão sentido para você.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
domingo, 2 de dezembro de 2007
É dificil de aturar!
Por que as pessoas não pensam duas vezes antes de falar? Será que não percebem a besteira que estão fazendo?
Estou falando de afirmações que tive de escutar em um curso na semana passada. Afirmações preconceituosas que só vem reforçar a discriminação sofrida por algumas pessoas em relação a sua vestimenta, moradia e classe social. Referir-se a papeleiros como potenciais assaltantes é vergonhoso. Dizer que deve-se ter alguns cuidados ao contratar alguém para sua empresa, como saber onde o indivíduo mora e se ele deve para a SERASA, visto que essa pessoa pode facilitar um assalto, me doeu na alma.
Por favor, alguém que é contratado para dar um curso sobre segurança não tem o direito de formular um perfil de "delinquente" segundo a suas percepções do senso comum. É imprescindível que todos os dados fornecidos sejam baseados em pesquisas estatísticas e com suas fontes citadas.
"Meu ouvido não é penico!"
Estou falando de afirmações que tive de escutar em um curso na semana passada. Afirmações preconceituosas que só vem reforçar a discriminação sofrida por algumas pessoas em relação a sua vestimenta, moradia e classe social. Referir-se a papeleiros como potenciais assaltantes é vergonhoso. Dizer que deve-se ter alguns cuidados ao contratar alguém para sua empresa, como saber onde o indivíduo mora e se ele deve para a SERASA, visto que essa pessoa pode facilitar um assalto, me doeu na alma.
Por favor, alguém que é contratado para dar um curso sobre segurança não tem o direito de formular um perfil de "delinquente" segundo a suas percepções do senso comum. É imprescindível que todos os dados fornecidos sejam baseados em pesquisas estatísticas e com suas fontes citadas.
"Meu ouvido não é penico!"
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